MANOEL DE OLIVEIRA E O CINEMA PORTUGUÊS 3
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De 22 mar a 21 out
17:00 -
Fundação de Serralves - Auditório
Porto
De 1991 a 2015, e com assinalável regularidade de produção, o cinema de Manoel de Oliveira atingiu o seu período clássico, sendo disso exemplo a maturidade formal que responde, de um ponto de vista estético, ao seu questionamento permanente sobre o país e a História. Esta fase tardia do realizador corresponde também à continuação de um cinema de síntese e radicalização de muitas das propostas estéticas e temáticas da sua obra anterior, que aqui alcança o seu definitivo reconhecimento internacional.
Nos vinte e cinco anos que este ciclo de cinema abarca, traça-se igualmente o perfil da restante produção cinematográfica portuguesa, num contexto que assistiu a diversas mudanças e adversidades. Momento de eclosão de uma nova geração de cineastas, esta é também uma conjuntura de grande afirmação internacional do cinema de autor português. Não obstante, tal consagração contrasta diretamente com a crónica falta de financiamento que, na primeira década após a viragem para o século XXI, alcançou mesmo o dito “ano zero”, em 2012, quando o ICA suspendeu a abertura de concursos de apoio financeiro à produção.
No entanto, apesar de todos os obstáculos à produção, o cinema português – e todos aqueles que o constroem – tem-se debatido e resistido pela sua existência. Na linha da frente desse combate, Portugal e o seu cinema sempre contaram, e contarão, com a figura tutelar de Manoel de Oliveira e a amplitude da sua obra.
Nos vinte e cinco anos que este ciclo de cinema abarca, traça-se igualmente o perfil da restante produção cinematográfica portuguesa, num contexto que assistiu a diversas mudanças e adversidades. Momento de eclosão de uma nova geração de cineastas, esta é também uma conjuntura de grande afirmação internacional do cinema de autor português. Não obstante, tal consagração contrasta diretamente com a crónica falta de financiamento que, na primeira década após a viragem para o século XXI, alcançou mesmo o dito “ano zero”, em 2012, quando o ICA suspendeu a abertura de concursos de apoio financeiro à produção.
No entanto, apesar de todos os obstáculos à produção, o cinema português – e todos aqueles que o constroem – tem-se debatido e resistido pela sua existência. Na linha da frente desse combate, Portugal e o seu cinema sempre contaram, e contarão, com a figura tutelar de Manoel de Oliveira e a amplitude da sua obra.
- Preço
- 3,22 € (3 €)
- Duração
- 90 Minutos
- Classificação etária
- M/12
- Promotor
- FUNDAÇÃO DE SERRALVES